Cidade

mundo

Polícia apura suposta ligação de ataques com grupo que convocou greve da PM

De acordo com comunicado da SSP, "indícios apontam que as ações foram coordenadas para gerar sensação de insegurança".

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Alberto Maraux/ SSP-BA

A Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-BA) divulgou hoje (9) que a Polícia Civil iniciou investigações sobre os ataques contra estabelecimentos comerciais registrados horas depois de um grupo anunciar ontem (8) uma paralisação da Polícia Militar.

O coordenador-geral da Associação dos Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra/Bahia), o deputado estadual Soldado Prisco, havia afirmado, na tarde de ontem (8), que a categoria parou, mas o governo estadual nega desde então e sustenta que não foram registradas faltas na corporação.

De acordo com comunicado da SSP, “indícios apontam que as ações foram coordenadas para gerar sensação de insegurança”.

A secretaria informou que foram solicitadas perícias nas munições encontradas, além de imagens de câmeras da SSP e de segurança privadas.

Equipes dos departamentos de Polícia Metropolitana (Depom) e de Inteligência Policial (DIP) também buscam testemunhas das práticas de vandalismo.

“Não temos ocorrências desta natureza e, esta coincidência com os acontecimentos, logo depois do anúncio de greve, é determinante para o início das apurações”, disse, em nota, o delegado-geral da Polícia Civil, Bernardino Brito.