Empresa aérea não cumpre acordo para operar em Paulo Afonso

<font size=

  • 15 de novembro de 2010
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

Empresa aérea não cumpre acordo para operar em Paulo Afonso

Enquanto o impasse não é resolvido, a população pauloafonsina espera, mais uma vez, o imbróglio das operações de vôos aéreos em Paulo Afonso.

Por Júnior Padão (Jornalista)
juniorpadao.blogspot.com

Crédito: PMPA

A recém criada Noar Linhas Aéreas, que opera apenas na região Nordeste, após anunciar vôos em Paulo Afonso como rota de ampliação da sua malha, não cumpriu o prometido e os vôos que deveriam ter início desde 30 de agosto literalmente não decolaram.

"Estamos aguardando a Hotran, que é a autorização de rota da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), mas a partir do momento que recebermos a autorização o serviço vai estar disponível", afirmou Fernanda Bittencourt, gerente de marketing da Noar.

 

Acontece que dois meses já se passaram desde a data anunciada para o início das operações da empresa em Paulo Afonso e até agora nenhuma satisfação foi dada por parte da empresa para tamanho atraso.

Em contrapartida a superintendência da INFRAERO espera que a empresa, o quanto antes, tome uma posição sobre suas operações em Paulo Afonso, uma vez que o impasse vem gerando frustração na população. É provável que a Noar desista de operar em Paulo Afonso, no entanto não deu qualquer satisfação à INFRAERO.

Na apresentação da empresa estiveram presentes o prefeito Anilton Bastos e o presidente da Câmara de Vereadores, Antônio Alexandre que precisam, também, tomar uma providência com relação a esse problema através de contato com a direção da empresa.

De acordo com Fernanda Bittencourt a NOAR liga cidades onde exista demanda de transporte aéreo regular compatível com a capacidade de transporte das aeronaves operadas, pré-requisito este que comporta Paulo Afonso.

A empresa chegou até a anunciar os preços das passagens de Paulo Afonso a vários destinos. Segundo a gerente de marketing da Noar as tarifas deveriam ficar entre 35% a 40% mais baratas em relação às outras companhias, isso porque o modelo da aeronave usado pela a empresa permite um custo operacional em curtas distâncias muito abaixo dos seus concorrentes.

Enquanto o impasse não é resolvido, a população pauloafonsina espera, mais uma vez, o imbróglio das operações de vôos aéreos em Paulo Afonso.