ADEFIDEG – Projeto Superação atrai centenas de pessoas ao ginásio de esportes

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  • 12 de setembro de 2010
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ADEFIDEG: "Projeto Superação" atrai centenas de pessoas ao ginásio de esportes

"O principal objetivo é tentar fazer com que a sociedade veja o portador de deficiência como ser humano, com potencial para desempenhar as mais diversas atividades", frisou Rosinha da ADEFAL

Em conformidade com a busca da inclusão social dos portadores de deficiência, a ADEFIDEG realizou sábado (11), um grande evento esportivo denominado "Projeto Superação". Os jogos amistosos aconteceram no ginásio esportivo de Delmiro Gouveia e foram prestigiados pela população, que esteve presente em massa.

A tarde esportiva começou com um jogo de basquete sub-17, disputado entre a ABADEL (Associação Delmirense de Basquete) e o Colégio Montessori (Paulo Afonso-Bahia);  saiu-se vitoriosa, a equipe delmirense pelo placar de 39 x37. A Montessori também enfrentou o colégio Luis Augusto no basquete feminino.

O ponto alto do evento foi a partida de exibição realizada entre as equipes de basquete sobre cadeira de rodas da ADEFAL e do SESI. Atuando com perícia, os cadeirantes propiciaram um espetáculo de garra e determinação. A cada movimento surpreendente, surgia uma jogada criativa, aplaudida de forma calorosa pelo público presente.  Nem mesmo a altura da cesta representava obstáculo aos jogadores.

A senhora Roseane Cavalcanti Freitas, a Rosinha da ADEFAL, falou sobre o objetivo do "Projeto Superação". "O principal objetivo é tentar fazer com que a sociedade veja o portador de deficiência como ser humano, com potencial para desempenhar as mais diversas atividades; precisamos rasgar o "D" da palavra deficiência e buscar enxergar a eficiência de cada um, seja no esporte, seja na arte ou no trabalho", frisou.

Rosinha, ex-nadadora da ADEFAL, informa que a entidade mantém equipes em várias modalidades, como basquete, tênis de mesa e natação.

A entrevistada falou também sobre a acessibilidade oferecida nos lugares públicos, como sua aplicação está sendo trabalhada atualmente. "Em Maceió houve melhora significativa, mas ainda não é o ideal, podem-se disponibilizar coisas simples, que fazem muita diferença para o portador, como por exemplo: cardápios em Braille para cegos, nos restaurantes", esclareceu Rosinha. 

Fonte e crédito: maisnoticias.net.br