Conheça o trabalho genial de Paulo Soares de Delmiro Gouveia – AL

DG

  • 10 de dezembro de 2009
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Em breve você vai conhecer no albúm de fotos deste site, a Obra do grande artista do Alto Sertão Alagoano, Paulo Soares.

O grito da Caatinga

 

O grito da caatinga expõe a obra e arte da natureza, na madeira da sua  flora, de formas simples porém de uma beleza inimitável.

As peças, matéria prima extraídas de arvores mortas, amostras do que ainda restam da flora catingueira do alto sertão Alagoano, onde estão esculpidas as mais belas formas naturais, linhas e cores que revelam o sofrimento e a dureza das interferias do clima seco e solo duro do nosso grande nordeste.

Como num grito de socorro, a catingueira, o umbuzeiro, a baraúna, o bom-nome, a umburana, a caraibeira, o juazeiro, o angico, a aroeira, a jurema e outras espécies que ainda não arderam nas fornalhas de carvão ou fornos de padarias e até mesmo nas cercas do individualismo ou da vaidade capitalista; Usam, exibem aquilo que lhe e próprio, a beleza natural para nos chamar atenção.

O grito da caatinga tem no seu objetivo principal, provocar a sensibilidade adormecida na cabeça ou no coração de cada companheiro e companheira para conscientização e defesa do nosso bioma, onde o uso racional dos recursos naturais garanta a sustentabilidade da vida vegetal e animal deste planeta

                                                                                                       Paulo Soares

  

Biografia

Paulo Soares de Oliveira, casado, pai de três filhos, Alagoano de Água Branca e morador da cidade de Delmiro Gouveia- AL. Graduado em teologia e especializado em ecologia humana pela universidade da Bahia. Apaixonado pela natureza, busca expressar seus sentimentos reciclando restos de madeira de construções e de arvores mortas colhidas nas poucas restingas de floresta caatingueira que ainda existe na região, para construção de esculturas. Dessa forma, num estilo simples, tenta mostrar o que há de mais belo nas cores e linhas formadas a partir de intervenções naturais e artificiais nas espécies que ainda não arderam nas fornalhas de carvão, padarias, olarias e outros, no ambiente da insensibilidade humana.

Rua: Sete de setembro     nº. 224  Delmiro Gouveia – Centro.

Fonte: Paulo Soares / paulosoaresd@hotmail.com