No mercado maior, as três piores colocadas estão na região Norte e Centro-Oeste. A Companhia Energética de Brasília – CEB, que presta o serviço no Distrito Federal, ficou em 33º, seguida da Companhia Energética de Goiás – Celg, em 34º, e das Centrais Elétricas do Pará (Celpa), em 35º. As mais bem colocadas foram a Companhia Luz e Força Santa Cruz (CPFL Santa Cruz), que presta o serviço em municípios do estado de São Paulo, seguida da Companhia Energética do Ceará (Coelce) e, em 3º lugar, a Companhia Energética do Maranhão (Cemar).
Já no mercado menor, as três melhores colocadas foram: Muxfeldt, Marin & Cia. (Mux-Energia), que presta o serviço em municípios do estado do Rio Grande do Sul, Empresa Força e Luz João Cesa (EFLJC), que atende municípios do estado de Santa Catarina e a DME Distribuição (DMED), concessionária que atende cidades de Minas Gerais. As três piores colocadas dentro desse mercado foram as distribuidoras Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) e Iguaçu Distribuidora de Energia Elétrica (IEnergia), de Santa Catarina.
Segundo a Aneel, a publicação do ranking também contribui para aumentar a transparência da gestão dos indicadores de continuidade e incentivar o envolvimento da sociedade neste processo. Além disso, acompanha as melhores e mais recentes práticas internacionais, incorporando-as à realidade brasileira.
Gazetaweb com Aneel



