Governador anuncia situação de alerta. Cinco municípios em situação grave
Fonte: cadaminuto.com.br
O governador Teotônio Vilela anunciou, no início da tarde, que Alagoas está em estado de alerta após três dias de intensas chuvas. Ele comunicou ao secretário de defesa social, Dário César que todas as instituições de segurança, Bombeiros, Defesa Civil e Policiais Civil e Militar ficassem em alerta.
Teotônio deve sobrevoar as cidades mais atingidas e já recebeu a informação de que cinco municípios solicitaram o decreto de estado de emergência, Jundiá, São Miguel dos Milagres, São Luiz do Quitunde, Novo Lino e Campestre.
O governo já enviou vários veículos para ajudar na limpeza de barreiras que caíram nas rodovias da região Norte. Ele já avisou que todos os secretários devem estar a imediata disposição da Defesa Civil que coordena os trabalhos.
O secretário Dário Cesar já avisou que os quarteis do Corpo de Bombeiros e os Batalhões da PM na capital e no interior estão recebendo donativos para os atingidos pelas chuvas.
Veja onde entregar donativos
A Polícia Militar de Alagoas recebe a partir de hoje (30), donativos para as vítimas das chuvas que castigaram vários municípios da região norte alagoana nos últimos dias.
Na capital e no interior, os batalhões da PM funcionarão como postos de arrecadação de alimentos não perecíveis, água potável e roupas. As doações também poderão ser entregues no Quartel Geral da PM, Centro, em frente ao shopping popular de Maceió. Para maiores informações, a população poderá ligar para os números 3315-7226, 8833-9486, 8833-8939 e 8833-8936.
Veja abaixo os postos de coletas de donativos e seus respectivos bairros:
Capital
Academia de Polícia Militar Senador Arnon de Mello (APMSAM) – Trapiche da barra
Centro de Formação e aperfeiçoamento de Praças (CFAP) – Trapiche da barra
Colégio da Polícia Militar (CPM) – Trapiche da Barra
1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM) – Vergel do Lago
4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM)- Farol
5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM)- Benedito Bentes
8º Batalhão de Polícia Militar (8º BPM)- Rio Largo
Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRp) – Farol
Batalhão de Polícia de Eventos (BPE) – Jacintinho
Batalhão de Polícia Escolar (BPEsc) – Farol
Batalhão de Policiamento Montado (RPMon)- Bebedouro
Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) – Ponta da Terra
Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) – Pontal da Barra
Batalhão de Polícia de Guarda (BPGd) – Tabuleiro dos Martins
Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) – Clima Bom
Batalhão de Polícia Rodoviário (BPRv) – Santos Dumont
3ª Companhia Independente (3ª Cia/Ind) – Paripueira
5ª Companhia Independente (5ª Cia/Ind) – Marechal Deodoro
Interior
2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM) – União dos Palmares
3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) – Arapiraca
6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM) – Maragogi
7º Batalhão de Polícia Militar (7º BPM) – Santana do Ipanema
9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM) – Delmiro Gouveia
10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM) – Palmeira dos Índios
11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM) – Penedo
1ª Companhia Independente (1ª Cia/Ind) – São Miguel dos Campos
2ª Companhia Independente (2ª Cia/Ind) – Novo Lino
4ª Companhia Independente (4ª Cia/Ind) – Atalaia
Defesa Civil preocupada
O Coordenador geral da Defesa Civil de Alagoas, Coronel Romeiro apontou como grave a situação para os próximos dois meses.
"Temos o anúncio de que o período chuvoso, deste ano, será mais intenso do que o ocorrido na tragédia em 2010. Por isso, estamos trabalhando de forma preventiva e, alertando os municípios de sua obrigação", colocou o coordenador, relatando que as regiões do vale do Mundaú e Paraíba necessitam de uma melhor atenção devido à intensidade da tragédia ocorrida no ano passado.
De acordo com o oficial para evitar tragédias é necessário um trabalho conjunto do Estado e, principalmente, dos municípios.
"Os municípios tem que colocar a disposição da Defesa Civil todo quadro de efetivo, seja ele, da Guarda Municipal, servidores públicos, pois assim conseguiremos, principalmente, mapear as áreas de riscos e, eventualmente, realizar socorro se necessário", pontuou Romeiro.
A Defesa Civil classificou ainda como crítico os próximos dois meses, apelando que os prefeitos ‘enxerguem’ a necessidade da mobilização de toda máquina pública na prevenção das tragédias.



