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Juiz de Direito e comendador, Dr. Cláudio Pantoja, implícito, reafirma: meu nome é trabalho!

  • Por Redação
  • 19 de maio de 2019
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Professor Epidauro Pamplona e o juiz de Direito, Cláudio Santos Pantoja Sobrinho (Comarca de Paulo Afonso).
Professor Epidauro Pamplona e o juiz de Direito, Cláudio Santos Pantoja Sobrinho (Comarca de Paulo Afonso).

Por Epidauro Pamplona

Suscitando o provérbio latino verbum volant, labor magnos manent (as palavras voam, grandes trabalhos perduram) por ser de poucas palavras e  muito trabalho, o juiz de Direito e comendador Claúdio Santos Pantoja Sobrinho, agraciado pela Câmara Municipal de Feira de Santana com a Comenda Maria Quitéria, (honraria outorgada às pessoas que se destacam em atividades em benefício da Bahia e do Brasil), voltou a Paulo Afonso atendendo os apelos da população.

Titular da 2ª Vara Cível da Comarca de Paulo Afonso que abrange Glória, Santa Brígida, Chorrochó, Macururé, Rodelas e Abaré, sem conceder entrevistas há 16 anos, nesta última sexta-feira, 17 de maio, sucinto e objetivo, conversou com este signatário e a entrevista foi ao ar no Programa Radar na Rádio Angiquinho, no mesmo dia.

Perguntado sobre as manifestações da sociedade por seu retorno à Capital Energia, o atuante magistrado/comendador disse que foi pela certeza que o mesmo atua com imparcialidade e no cumprimento da Lei, e, indagado por este entrevistador, respondeu que o benefício que concedeu ao professorado de Macururé, (rateio de 60% dos precatórios do FUNDEF), poderia ser estendido a outros municípios se os casos forem análogos e os processos estiverem prontos para sentenças.

No final, parafraseando a música de Roberto Carlos, disse que veio para ficar, porque aqui é o seu lugar.