A “síndrome do pânico” se alastra na região de Paulo Afonso

.

  • 25 de janeiro de 2010
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

A síndrome do pânico: os feirantes de Paulo Afonso são centenas de pessoas que mercantilizam mercadorias,  hortifrutigrangeiros, peixes   e animais  em uma

"via sacra" cotidiana, incerta e sofrida nas feiras de Pe.,Al., Se.e Ba., gerando empregos no município e fomentando a débil economia local com agentes ativos no mercado informal e formal quando as tarifas públicas e os impostos são pagos

inexoravelmente. 

 

Ultimamente, apesar das ações do Estado e da vigilância da PM, o medo assola esta classe e a dos viajantes que trafegam nas péssimas estradas de  Canudos, Uauá, Macururé, Abaré, Rodelas e Tarrachil  onde assaltos, violência e o tráfico de armas e drogas são banalizados,  não oficializados e ficam impunes.

 

Comenta-se que Pernambuco é o principal exportador de bandidos foragidos do governo que assaltam, estupram e matam na região há muito tempo, aproveitando as pessimas

condições das estradas da Ba., o  "Velho Chico" para desovarem suas vítimas e a escassez na região da PM, que patina nos entraves técnicos, burocráticos e economicos e fica

inferiorizada aos bandidos em armamentos e   sobrevivência na caatinga. A maioria das mulheres capitulou das feiras. Quem se arrisca não sabe se volta.

 

A impunidade faz crescer a audácia dos criminosos e a "síndrome do pânico"  se alastra na região que tem Paulo Afonso como centro de suas atividades. Na contra -mão da

Jurisprudência, o mal atropela a Lei e o Estado semeando o terror com requintes de violência dos antigos bárbaros. Será que haverá tempo para se acabar com a máfia do Sertão?   

Redação
redacao@ozildoalves.com.br