PM Alagoana ameaça se aquartelar no carnaval

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  • 8 de janeiro de 2010
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O Carnaval deste ano pode não ter policiamento ostensivo nas ruas. Quem faz a ameaça são as associações que representam militares. Após o anúncio feito pelo presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos (Assmal), sargento Teobaldo de Almeida, foi a vez do líder dos praças, cabo Wagner Simas, falar da insatisfação e anunciar um possível aquartelamento.

A radicalização está sendo defendida justamente para o Carnaval como mais uma estratégia de intimidar o governo para atender a extensa pauta de reivindicação dos militares. Há pedidos que já foram discutidos com o próprio governador, massem nenhum retorno.

 

O Carnaval deste ano pode não ter policiamento ostensivo nas ruas. Quem faz a ameaça são as associações que representam militares. Após o anúncio feito pelo presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos (Assmal), sargento Teobaldo de Almeida, foi a vez do líder dos praças, cabo Wagner Simas, falar da insatisfação e anunciar um possível aquartelamento.

A radicalização está sendo defendida justamente para o Carnaval como mais uma estratégia de intimidar o governo para atender a extensa pauta de reivindicação dos militares. Há pedidos que já foram discutidos com o próprio governador, massem nenhum retorno.

Fonte: ojornal-al.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para coibir a presença de pessoas estranhas e os assaltos a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) vai limitar, até o final do primeiro semestre a entrada de veículos no Campus A.C. Simões, em Maceió.

A medida faz parte do projeto de controle de acesso, em parceria com o Grupo Servipa de Segurança e está dividida em duas fases, sendo que a primeira já foi executada e é destinada a usuários que possuem automóveis ou motocicletas, como professores, estudantes, servidores e terceirizados.

Em setembro de 2009 eles realizaram um cadastro, que dá direito a um cartão magnético para ter acesso à universidade. Mas, a segunda etapa do projeto, que é destinada aos usuários que não possuem veículo e que utilizarão as catracas instaladas na entrada da Ufal não tem agradado. Isso porque as linhas de ônibus que circulam dentro do campus serão retiradas e substituídas por um Sistema de Integração do ônibus, que transportará os pedestres.

O receio, principalmente dos estudantes, é em relação à quantidade de ônibus para atender a demanda e a indefinição nos horários de circulação, apesar de ter sido feita a distribuição de panfletos educativos pelo campus com as orientações práticas de como se cadastrar, utilizar o cartão e como funcionará todo o sistema, além de instruções de saída de visitantes.

Segundo Elias Barbosa, gerente de Serviços Gerais da Superintendência de Infraestrutura (Sinfra) da Ufal o reforço na segurança do campus vinha sendo planejado desde 2007, devido a assaltos e a entrada de pessoas desconhecidas, tanto as que vinham nos ônibus quanto as que moram nas imediações. "A violência aumentou em todo o Estado e apesar de termos câmeras e sensores de presença em algumas salas, foi preciso melhorar", explicou.

"A Ufal se tornou um alvo fácil, pois há o sistema prisional próximo e ainda, pessoas que moram em conjuntos vizinhos e que pegam o ônibus nos pontos do campus. O projeto foi dividido em duas etapas porque dependemos da SMTT para alterar a circulação dos ônibus", disse o gerente.

Barbosa informou que a reitoria manteve um contato com a prefeitura para que uma estrada próxima aos presídios seja asfaltada e tenha pontos de ônibus, pois as empresas não querem circular pelo local. Após isso, os outros acessos à universidade serão fechados.

"O projeto será concluído até o final do primeiro semestre e haverá terminais de integração, onde os ônibus circularão o tempo inteiro. Algumas empresas se ofereceram para colocar essa linha, mas ainda vamos fazer uma licitação. Os estudantes não serão prejudicados", explicou Barbosa.

A estudante de pedagogia Ericka Oliveira não concorda com a medida e receia que os estudantes do turno da noite, principalmente os que estudam em blocos mais isolados, tenham que ir a pé até a entrada do campus. "Achei péssimo, pois mesmo se tiver um ônibus integração não será suficiente para todo mundo. Os centros acadêmicos e o Diretório Central dos Estudantes não foram consultados", lamentou.

Ericka afirmou que apesar do reforço da segurança os estudantes não se sentirão seguros com o novo projeto. Ela destacou que mesmo se todos os acessos forem fechados, as pessoas darão um jeito de entrar, fazendo buracos nos muros, como já acontece e ainda, que não é possível haver vigilância em todos os blocos.

"Quem estuda a noite não vai querer esperar nos pontos. Não sabemos como vão ser os horários dos ônibus e os seguranças não se preocupam com os estudantes. Uma colega minha foi assaltada próximo a biblioteca e um deles viu e não fez nada e ainda disse que só estava ali para cuidar do patrimônio da universidade. Bandidos também podem entrar como visitantes e assaltar os pedestres. Prefiro que continue como está, mas o certo é ter um posto policial dentro do campus", ressaltou Ericka

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4 comentários

  • BIA QUIN em 07/01/2010 às 08:42

    PIOR Q ISSO É O CURRAL DIANTEIRO DESTINADO AOS IDOSOS, AUTORIDADES,DEFICIENTES FISICOS,OBESOS E GESTANTES APINHADOS E ENGANADOS E AINDA CONVECIDOS A ACREDITAR Q ESTÃO SENDO BENEFICIADOS. POBRES IGNORANTES, BEM PODERIAM SENTAREM DENTRO DO ONIBUS CONFORTAVELMENTE AL LADO DA SOCIEDADE, MAS NÓS GOSTHAMO

  • Joel em 07/01/2010 às 08:59

    Mesmo sendo uma tentativa de coibir a violência, concordo com a Erika, além de dificultar para os próprios estudantes, sem os coletivos dentro do campus, será pior pra quem estuda a noite…Deveriam era melhorar a estrutura do campus em geral…

  • Marcelo em 07/01/2010 às 09:24

    Transferiram os assaltos do campus para a porta do campus. Grande bos**

  • santos em 07/01/2010 às 09:58

    Será que esta universidade é mesmo pública?

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