Paulo Afonso - BA

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Servidor público faz desabafo e chora ao lembrar de mortos por falta de UTI em Paulo Afonso

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Reprodução facebook

O pauloafonsino Rubem Souza, funcionário público estadual, gravou um vídeo e publicou em sua página no facebook, nessa quarta-feira (3), para criticar políticos locais por causa da longa ausência de leitos de UTI em Paulo Afonso. Para ele, muitos cidadãos morreram pela falta do importante equipamento de saúde.

No seu desabafo, o servidor público fez duras críticas aos políticos locais, principalmente ao grupo do Luiz de Deus (PSD) que comanda a cidade há vários anos.

Emocionado, Rubem disse que não tinha estômago para ver as pessoas morrendo sem assistência técnica, sem assistência hospitalar adequada. Ainda chamou o prefeito e os vereadores de inoperantes: “Quantos não morreram, quantos ainda não vão morrer, por conta da falta de UTI em Paulo Afonso, por conta da inoperância de prefeito e de vereadores.”

Veja texto e vídeo abaixo:

“Meus amigos de Paulo Afonso, eu estou aqui chorando, sabe qual o motivo?, eu não tenho estômago para isso não, como é que pode rapaz, uma cidade que não tem UTI, um grupo no poder há mais de 30 anos e não tiveram a hombridade de instalar um UTI na cidade, quantas pessoas não morreram?, quantas pessoas não morreram pela falta de UTI?, e agora com essa covid-19 é que a coisa ficou pior. Porque a gente não sabe o quem por aí, a gente não sabe as circunstâncias. Eu deveras não tenho estômago para esse tipo de coisa, ver as pessoas morrendo sem assistência técnica, sem assistência hospitalar adequada. Políticos inescrupulosos se locupletando com o dinheiro do erário, enquanto a sociedade fica privada desses serviços de saúde. Quantos não morreram, quantos ainda não vão morrer, por conta da falta de UTI em Paulo Afonso, por conta da inoperância de prefeito, e de vereadores, dessa câmara de vereadores que só pensa no seu umbigo, só pensa no seu bel prazer, onde o dinheiro fala mais alto, enfim é isso, é meu desabafo, eu não aguento não, não tenho estômago para isso não, misericórdia.”